
Trata-se de um entreposto comercial e de serviços que influencia economicamente, inclusive, cidades do Norte-Nordeste de Minas Gerais. Este importante pólo está localizado no centro do cruzamento Norte-Sul do País (rodovia federal BR-116) e no cruzamento Leste-Oeste do Estado da Bahia (rodovia estadual BA-262), situada a
Na área urbana, o fator determinante da economia está no comércio e na prestação de serviços. Segundo estudos do IBGE, Vitória da Conquista possuía, no ano de 1997, 4.512 empresas registradas, sendo a maioria delas (2.885) fundada de 1990 até aquele ano. Nas regiões rurais, possuía aproximadamente 2.606 estabelecimentos agropecuários que ocupavam uma área de
No ano de 1998, o ITR (Imposto Territorial Rural) arrecadado no município foi de R$ 52 milhões e 875 mil. O café, a mandioca e a pecuária bovina são as principais atividades agropecuárias municipais, com destaque para a cafeicultura (que é um vetor de desenvolvimento regional desde os anos 70). Além disso, ocorre uma predominância da área cultivada por produção animal, tanto pela bovinocultura quanto pela caprino-ovinocultura e a suinocultura. Algumas áreas desenvolvem a horticultura, olericultura e fruticultura. Em termos estruturais e sistêmicos, destaca-se a extensa área do município onde predomina a Agricultura Familiar, com vasta tradição e portadora das dificuldades comuns às diversas regiões nordestinas.
O ensino superior sofreu um incremento superior a 100% das vagas existentes em 1997, com a ampliação de 13 novos cursos de graduação na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, que alcança hoje o número de 2.504 matrículas no Campus de Vitória da Conquista, além da criação de mais 03 (três) estabelecimentos de 3º grau pela iniciativa privada no município, nestes últimos três anos.
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